Leitura para a viagem

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É fato: um bom livro é um verdadeiro companheiro de viagem.

Sem dúvida, ajuda a passar o tempo, entretendo ou servindo como uma passagem para uma viagem imaginária.

Certamente escolher um bom livro, ajuda você a enfrentar algumas horas de viagem de forma mais agradável e descontraída.

Já para quem gosta de viajar sozinho, o livro é sempre a melhor companhia dentro do ônibus…

Seja nos momentos de descanso, ou enquanto espera o ônibus na rodoviária.

Vamos embarcar nessa viajem de dicas para leitura???

Dicas para leitura na viagem

  • Tamanho/peso: escolha um livro leve, fácil de carregar e que seja possível guardar na bolsa ou na mochila de mão.
  • Assunto: viagens são sinônimo de descontração, então escolha livros sobre assuntos leves e divertidos. O objetivo do livro é ser seu companheiro de viagem e não um sonífero com uma leitura pesada.
  • Fácil leitura: escolha livros que lhe proporcionem uma leitura fácil, sem que exija de você muita concentração. Portanto, que possam ser lidos em intervalos de tempo sem que você precise fazer muito esforço para lembrar a história que já leu.

Sugestões de obras para ler na viagem

Cem dias entre céu e mar

rodosoft-lendo-no-onibus-05Navegando ao lado dos peixes, entretendo conversas com gaivotas e tubarões, remando no meio de uma creche de baleias…

Cem dias entre céu e mar é o relato de uma travessia absolutamente incomum: mais de 3500 milhas (cerca de 6500 quilômetros).

Desde o porto de Lüderitz, no sul da África, até a praia da Espera no litoral baiano, a bordo de um minúsculo barco a remo.

De fato: este livro Amyr Klink transporta o leitor para a superfície ora cinzenta, ora azulada do Atlântico Sul.

Na natureza selvagem

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Na natureza selvagem, de Jon Krakauer, autor do best-seller “No ar rarefeito”.

Resumidamente, o autor traz uma história real.

De acordo com a obra, o corpo em decomposição de um jovem é encontrado no Alasca.

A polícia descobre que se trata de um rapaz de família rica do Leste americano que largou tudo, se internou sozinho na aridez gelada e morreu de inanição.

Mas quem era o garoto? Por que foi para o Alasca? Por que morreu?

Para responder a essas e outras perguntas, Jon Krakauer refaz a trajetória de Chris McCandless.

Assim, revela a América dos que vivem à margem, pegando carona ou circulando em carros velhos, vivendo em acampamentos e cidades-fantasmas.

Mergulha no mundo da cidadezinha rural, onde homens rudes bebem e conversam sobre o tempo e a colheita.

Compara a história do jovem com a de outros aventureiros solitários que tiveram fim trágico.

Em suma, o resultado é uma narrativa envolvente, por vezes amarga…

Mas que nos sonhos da juventude se transformam em pesadelo.

Comer, rezar, amar

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Elizabeth Gilbert estava com quase trinta anos e tinha tudo o que sempre quis…

Primeiramente, um marido apaixonado, uma casa nova e espaçosa, o projeto de ter filhos e uma carreira de sucesso.

Mas ao invés de sentir-se feliz e realizada, sentia-se confusa, triste e em pânico.

Por conseguinte, enfrentou um divórcio, uma depressão debilitante e outro amor fracassado.

Até que decidiu tomar uma decisão radical: livrou-se de todos os bens materiais, demitiu-se do emprego, e partiu sozinha para uma viagem de um ano pelo mundo.

O objetivo de Gilbert era visitar três lugares onde pudesse examinar aspectos de sua própria natureza.

Logo, tendo como cenário uma cultura que, tradicionalmente, fosse especialista em cada um deles.

Assim, decidiu explorar a arte do prazer na Itália, a arte da devoção na Índia, e, na Indonésia, a arte de equilibrar as duas coisas.

Escrito com ironia, humor e inteligência, o best-seller de Elizabeth Gilbert é um relato sobre a importância de assumir.

Também, sobre a responsabilidade pelo próprio contentamento e parar de viver conforme os ideais da sociedade.

É, portanto, um livro para qualquer um que já tenha se sentido perdido.

Ou até mesmo pensado que deveria existir um caminho diferente, e melhor.

Trilhando Sonhos: 365 dias de bicicleta pela América do Sul

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Thiago Fantinatti sonhava conhecer o vasto continente Sul-Americano sobre as duas rodas de uma bicicleta, de modo independente e sem pressa.

Todavia, queria seguir do Atlântico ao Pacífico, dos Pampas ao Atacama, dos Andes à Amazônia

Mas um ano depois e mais de 15.000 km pedalados, ele havia conseguido!

Em Trilhando Sonhos, o intrépido viajante não só recorda sua grande aventura como também se deixa levar pelas lembranças e anotações.

Contudo, não é fácil observar-se a si mesmo, quem dirá colocar em palavras aquilo que vislumbrou.

Mas aqui, com honestidade e simplicidade, o autor narra momentos, pessoas e lugares.

Além de refletir sobre sua própria condição de ser vivente, está disposto a conhecer a qualidade do seu dia.

Bem como no daqueles que encontrou pelo caminho…

Programe sua viagem, garanta sua passagem, faça as malas, escolha seu livro e desfrute de momentos inesquecíveis.

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