São Sepé e o fogo de chão

São Sepé e o fogo de chão
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O município de São Sepé, guardião do fogo de chão, um dos simbolos da cultura gaucha, está localizado na região central do Rio Grande do Sul, distante 265 km da capital Porto Alegre.
A região onde hoje se localiza a cidade foi inicialmente ocupada por índios Guaranis chefiados pelo cacique Sepé Tiarajú e pertenceu à cidade de Rio Pardo até o ano de 1809, quando passou a ser parte do município de Cachoeira do Sul.
São Sepé teve sua emancipação após muitas lutas, dentre elas a que buscava a construção da tão sonhada Capela de Nossa Senhora da Conceição, que teve sua autorização apenas no ano de 1846.
No ano de 1850, o povoado de São Sepé foi elevado a categoria de Freguesia, passando a categoria de município apenas em 29 de abril de 1976.

Cascata da Pulqueria
Espaço de 21km onde se encontram pequenas sequencias de quedas d’água e corredeiras, oferecendo um belo espetáculo natural a quem visita o local, que fica a 10km do centro da cidade.

Estátua do Índio
Localizada na entrada da cidade e esculpida pelo escultor natural de São Sepé, Zeca Teixeira, a imagem possui estrutura em sucatas de ferro e lembra a figura do índio Sepé Tiaraju.

Fonte da Bica
Local de abastecimento de água dos primeiros habitantes da cidade, hoje se atribui à sua água poderes mágicos dizendo que quem dela beber retornará à cidade.

Gruta do Marco
Localizada da 15km da cidade, seu espaço interno possui 4 metros de altura e 30 metros de comprimento, e traz consigo inúmeras lendas e tradições misteriosas.

Centro Cultural Diolofau brum
O centro abriga a Biblioteca Pública com mais de 20 mil exemplares, o Museu Municipal e o Auditório com 166 lugares.

Praça das Mercês
Um dos principais pontos turísticos da cidade, já foi eleita a mais bela praça do Estado. Tão antiga quanto a própria cidade, sendo em torno da praça e da igreja de Nossa Senhor das Mercês o início do povoamento do município.

Fogo de Chão
A mais de 200 anos o fogo de chão é mantido aceso no interior da Fazenda Boqueirão. Ao redor deste fogo os gaúchos lidavam com o gado, se aqueciam contra o frio, passavam o chimarrão de mão em mão e tomavam decisões.
A família Simões Pires, na sua sexta geração, mantém esse fogo de chão permanentemente aceso, alimentado por toras de madeira de lei chamadas guarda-fogo.
A propriedade está localizada no distrito de Vila Block, na área rural da cidade de São Sepé e se tornou centro de romarias nativistas e tradicionalistas que cultuam a chama que não se apaga.

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